Culturalmente virando pelas cidades paulistas ou em Santa Barbara d’Oeste

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Salve, salve galerê. Aqui vos escrevo sobre o evento que será realizado neste final de semana, 16 e 17 de maio: Virada Cultural Paulista. Araçatuba, Araraquara, Assis, Bauru, Caraguatatuba, Franca, Indaiatuba, Jundiaí, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santa Bárbara d’Oeste, Santos, São Bernardo do Campo, São José do Rio Preto, São João da Boa Vista, São José dos Campos e Sorocaba receberão atrações realizadas pela Secretaria de Estado da Cultura e as prefeituras dos municípios contemplados. A Virada Cultural Paulista, que nos moldes da Virada Cultural Paulistana, promete embebedar os corações prudentianos em vários pontos do estado. Com atrações variadas e espetáculos em locais bem diversificados, os eventos contarão com palcos espalhados pelos arredores das cidades. Em sua terceira edição, a Virada pretende distrbuir 560 atrações entre 20 cidades do interior e litoral do estado: “A programação deste ano tem como novidade as atrações inspiradas no Ano da França no Brasil, assim como bandas que fizeram sucesso nos anos 80. Artistas como Sepultura, Marcelo D2, Jorge Ben Jor, Lenine, Ratos de Porão, Moraes Moreira, Leci Brandão, Ultraje a Rigor, Pitty, CPM22, Monobloco, Lobão, Cachorro Grande, Almir Sater, Dona Ivone Lara e Cordel do Fogo Encantado estão entre os destaques que vão embalar o público durante o terceiro final de semana de maio. Além de shows musicais, a Virada terá intensa programação de teatro, dança, intervenções urbanas, circo, cinema e música erudita.”, escreveu a Secretaria em nota no seu sítio ofical.

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Inconstância e irregularidades

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Ultimamente está um pouco difícil manter um olhar atento para esse espaço, na verdade não sei bem como desenvolver isso aqui, é trágico e cômico: aprecio muito o ambiente virtual e estou nesse esquema já fazem anos hein.
Enfim, ida e vinda, mexe e remexe e eu vou levando.
Tenho um tutorial no rascunho, sobre processamento de batidas, mas não deu pega publicar ainda, porque eu estou dixavando o material, corrigindo uns bugs, etc e tal. Nessas eu já fui e voltei umas tantas vezes da capital São Paulo, visitei um assentamento urbano do MST, conheci um pessoal bacana para umas jam session musicais, continuei produzindo aqui no PC, mas sempre de modo aleatório. Isso está me desviando muito. Não tenho uma alta regularidade de visitas aqui, eu vejo pelas estatísicas, mas sei que isso é fonte de informação, porque está nos motores de busca (acredite, não sabia que era tão intenso assim, os pings dos googles da vida são ilimitados).
A Rádio está parada, estou com a idéia de lançar podcasts quinzenais, mas tudo precisa de planejamento e estes estão sendo feitos. Fora a gripe suína invadindo o Brasil pela TV, vai tudo bem com os planejamentos. Espero trazer novos ares em breve para o blog, então fiquem ligados, pelo feed ou visitando regularmente, que eu garanto não decepcionar.
Depois da Virada Cultural desse final de semana que passou, os pulmões estão cheios de vigor para novas empreitadas.
Agradeço a paciência dos que aqui habitam.

Imersões cibernéticas

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Foto em alta exposição.

"Eu tomo chapinha na garrafa de bourbon porque quero mostrar que tenho classe, mas se vierem me oferecer macaia curtida no conhaque vou ter que responder que eu queria maconha, não gengibre. No entanto, o que eu quero mesmo é só celebrar."

Na euforia urbana do feriado – que contempla o maior laranja da história do Brasil – sobrou energia para completar algumas atividades inacabadas. O clima, para não esquecer o clichê dos velhos tempos, rolou a toque de jam session. Na casa do Alto da Capela ecoou os estudos dos números com as incertezas dos tempos mais remotos e a finalidade nas conversas, nada posto, tudo sucinto, brotou olhares em uma pequena flor refletindo o zunido da abelha faminta; repercutiu nos poros as incertezas que reinavam em minh’alma.

Convergir tecnologia, respirar educação, desenhar didática e conversar ensaios – tudo podemos naquilo que nos conecta. É desde os tempos do movimento caras pintadas que a juventude não pensa em revolução?
Acredito que não. Mas também não sei o que os mais chegados estão pensando em busca do novo – ou até onde estão dispostos à imaginação de algo – na sintonia fina. Da alga, no salgado: dá onda!

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